A VIDA DO CONDE ZINZENDORF
O Conde Zinzendorf, preparado tão maravilhosamente por Deus para treinar
e guiar a jovem igreja no caminho missionário era marcado acima de tudo por um
tenro, simples e apaixonado amor para o nosso Senhor Jesus. Convertido com a
idade de quatro anos, ele escreveu naquela época: “Querido Salvador, sê
meu e eu serei Teu”. Ele escolheu como o lema da sua vida: “Tenho apenas uma paixão. É Jesus, Jesus
somente”.
O
amor expirante do Cordeiro de Deus havia conquistado e enchido o seu coração; o
amor que levou Jesus a morrer pelos pecadores havia entrado na sua vida. Ele
não tinha outro alvo a não ser viver e, se preciso morrer também por esses
pecadores.
Quando ele se encarregou de cuidar dos morávios, aquele amor foi o único
motivo ao qual ele recorria o único poder no qual ele confiava, o único alvo
para o qual ele procurava conquistar as suas vidas. O que o ensinamento,
argumentos e disciplina nunca alcançariam, necessários e produtivos como
fossem, o amor de Cristo realizou! Fundiu todos em um só Corpo; implantou em
todos os desejos de abandonar tudo que fosse pecado Inspirou a todos com o
anseio de testificar de Jesus. Dispôs muitos a sacrificar tudo — a fim de
tornar aquele amor conhecido a outros, alegrando dessa forma o coração de
Jesus.
O Conde Zinzendorf aprendera cedo o segredo da oração eficaz. Ele foi
tão diligente em estabelecer círculos de oração que quando deixou o colégio de
Halle, aos dezesseis anos de idade, entregou ao professor Francke uma lista de
sete grupos de oração.

Nenhum comentário:
Postar um comentário