
“ e Isaque tinha quarenta anos quando tomou por mulher a Rebeca,
filha de Betuel, arameu de Padã-Arã, e irmã de Labão, arameu. (21)
Ora, Isaque orou insistentemente ao Senhor por sua mulher, porquanto ela
era estéril; e o Senhor ouviu as suas orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu”.
Gn 25:20-21
A história do casamento de Isaque com certeza é um dos
textos que melhor exemplifica o casamento (Gn 24).
Aqui então encontramos Isaque casado. Com um sério problema.
Sua esposa era estéril.
O que você faz quando percebe a esterilidade da sua esposa.
Qual a sua reação diante das limitações dela. Temos os nossos sonhos e os
nossos projetos. Casar é a garantia do cumprimento de tantos sonhos que
sozinhos não podíamos alcançar. Mas, ficamos frustrados. Nossos sonhos estão
impedidos. Por causa da esterilidade, as limitações da nossa esposa. A maioria
de nós reage acusando. Cobrando, exigindo, culpando, condenando...
Isaque orou. Acusação, condenação, cobrança, não geram
fertilidade. Não transforma ninguém, não edifica, não gera vida. Ao contrário. Arruína, gera
morte.
Você pode responder, mas eu já orei.
Isaque não apenas orou. Ele orou insistentemente, ele
continuou orando até que o Senhor respondeu. A nossa murmuração rouba a
intensidade da nossa oração. O nosso problema é que murmuramos e cobramos com a
força de quem crê que é o nosso falar que de fato tem poder para mudar alguma
coisa. Mas, oramos mecanicamente, como alguém que está cumprindo uma obrigação.
Não deixe que a murmuração roube o poder de sua oração. Você
não pode mudar a sua esposa. Ela não pode se mudar. Só Deus pode muda-la. Ore e
você verá Deus fazer aquilo você nunca poderá fazer. Ore e você Deus gerar vida
onde sua esposa era estéril.
Deus te abençoe.
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