sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Avivamento Morávio parte 2 - Avivamento e a evangelização

avivamento Morárvio continuação...

INCENTIVO PARA EVANGELIZAÇÃO

Os quatro anos seguintes foram tempos de avivamento constante: A vigilância cuidadosa mantida pelos presbíteros e superintendentes, o tratamento fiel de almas individuais de acordo com suas necessidades pessoais, a manutenção zelosa do Espírito de amor fraternal, a contínua vigilância em oração, fizeram das reuniões dos irmãos tempos de grande alegria e benção. Eram tempos de preparação para a obra de evangelização mundial que estava para iniciar.
O bispo Hasse escreveu o seguinte:
Houve já em toda a história da igreja alguma reunião de oração tão extraordinária como esta que, começando em 1727, continuou vinte e quatro horas por dia, durante cem anos?
Oração deste calibre leva à ação. Neste caso, acendeu um desejo ardente de tornar a salvação de Cristo conhecida aos pagãos. Produziu o início do movimento missionário atual. Daquela pequena comunidade rural mais de cem missionários foram enviados num período de vinte e cinco anos.
Este era o fruto de oração e união de coração sem precedentes. Não era de se admirar os resultados espirituais sem precedentes também que sucederam. Daquela pequena aldeia de cristãos morávios saíram missionários a todo canto do mundo, levando consigo o fogo do Espírito.
Qual era seu incentivo para o trabalho missionário no exterior? Embora sempre reconhecessem a autoridade suprema da Grande Comissão (Mt 28:19), os irmãos morávios sempre enfatizaram como seu maior incentivo a verdade inspiradora encontrada em Isaías 53:3-12; fazendo assim do sofrimento do Senhor o impulso e fonte de toda a sua atividade. Desta profecia tiraram seu “brado da guerra” missionário: “Conquistar para o Cordeiro que foi morto a recompensa dos Seus sofrimentos.”
Eles sentiam que deviam compensar o Senhor de alguma maneira pelos terríveis sofrimentos que suportou quando efetuou a salvação deles. A única maneira de retribuí-Lo é trazer-lhe almas. Quando trazemos-Lhe as almas perdidas, é a recompensa ou fruto do penoso trabalho da sua alma (Is 53:11).
 
Testemunho:           
Dois jovens cristãos morávios ouviram falar que numa das ilhas das Índias Ocidentais havia um ateu, um inglês, que mantinha ali entre dois e três mil homens como escravos. E ele dizia:
            “Nesta ilha, nunca haverá um pregador, nem um pastor. Se por acaso um navio naufragar aqui e houver nele um religioso, podemos até deixar que venha para cá, mas o manteremos numa casa separada até que ele possa ir embora. Entretanto nunca vamos permitir que ele fale de Deus a nenhum de nós. Não quero mais saber dessas besteiras.”
            Assim, naquela ilha do Atlântico, estavam três mil escravos, trazidos das selvas da África. Ali eles iriam viver e morrer, sem nunca ouvir falar de Cristo. E aqueles dois jovens morávios, com vinte e poucos anos, ouviram essa notícia. Então eles se venderam como escravos àquele fazendeiro britânico. Com o dinheiro que receberam, puderam comprar a passagem, pois o homem só pagava aquele mesmo valor por qualquer escravo e não providenciava o traslado para a ilha. No dia em que iam partir, os irmãos de sua comunidade vieram de Herrenhut até o porto para se despedirem deles. Como os jovens haviam se vendido como escravos para o resto da vida (e não apenas para um período de quatro anos), nunca mais retornariam à sua terra. É que assim, sendo escravos, poderiam viver como crentes ali onde aqueles outros se encontravam. Quando o navio, levado pela maré, começou a se afastar do cais, em Hamburgo, entrando nas águas do mar do Norte, os dois iam nele. Seus familiares choravam, pois sabiam que nunca mais iriam vê-los. E muitos deles não entendiam por que os dois jovens estavam partindo assim. Até questionavam se aquilo era mesmo sensato. À medida que a distância ia aumentando, as casas da beira do cais iam sumindo da vista e os jovens percebiam a separação crescendo. Então um deles passou o braço pelo do colega, ergueu o outro braço e gritou:
            “Que o Cordeiro que foi morto receba a recompensa de seus sofrimentos!”
            Foram as últimas palavras que aqueles irmãos ouviram dos lábios dos jovens.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Avivamento morávio


Se você ler a história de qualquer grande, obra do Espírito Santo encontrará ai uma história de oração. Oração, no Espírito, foi o segredo de todos os grandes avivamentos no passado — e será o segredo de todo o poder de avivamento que vier sobre nós nestes dias.

Aproximadamente há 250 anos um grupo de discípulos rixentos, contenciosos, discutidores e opiniosos, seguidores de Huss, Lutero, Calvino e outros reformadores, fugindo das perseguições mortíferas daquela época, achou asilo em Herrnhut, no patrimônio de um fidalgo abastado, o Conde Zinzendorf, situado na Alemanha Oriental. Este grupo tornar-se-ia conhecido como os “morávios” em conseqüência do fato de uma parte deles ter saído da província de Morávia, na Checoslováquia.

Embora fossem protegidos ali do mundo exterior, quem haveria de protegê-los das suas próprias paixões religiosas que ameaçavam destruí-los? Como poderiam se unir em fé e amor esses cristãos contenciosos que acabavam de achar um esconderijo no patrimônio do Conde Zinzendorf? Aparentemente era uma tarefa completamente impossível.

Contudo, oraram: No dia 5 de agosto de 1727, alguns desses irmãos passaram a noite toda em oração. A oração os levou a elaborar uma Aliança Fraternal a fim de “procurar e enfatizar os pontos em que concordassem” e não salientar as suas diferenças.

O amor fraternal e a unidade em Cristo seriam as correntes douradas que os ligariam uns aos outros. Todos os membros da comunidade apertaram as mãos uns dos outros e se comprometeram a obedecer aos estatutos da Aliança. Aquele dia foi o princípio de uma nova vida para eles.

No diário deles está escrito:

Neste dia o Conde fez uma aliança com o Senhor. Os irmãos prometeram, um por um, que seriam verdadeiros seguidores do Salvador. Vontade própria, amor próprio, desobediência — eles se despediram de tudo isso. Procurariam ser pobres de espírito; ninguém deveria buscar seu próprio interesse; cada um se entregaria para ser ensinado pelo Espírito Santo. Pela operação poderosa da graça de Deus, todos foram não somente convencidos, mas arrastados e dominados.

Depois de adotarem os estatutos e todos terem se comprometido a uma vida de obediência e amor, o Espírito de comunhão e oração foi grandemente fortalecido. Desentendimentos, preconceitos, alienações secretas, eram confessados e postos de lado. A oração muitas vezes tinha tanto poder que aqueles que haviam apenas confessado sua disposição ou aderido da boca para fora eram convencidos do pecado e compelidos interiormente a mudar de vida ou a irem embora.

No domingo, 13 de agosto de 1727, mais ou menos ao meio-dia, numa reunião onde se celebrava a ceia do Senhor, o poder e a bênção de Deus vieram de forma tão poderosa sobre o grupo inteiro que tanto o pastor como o povo caíram juntos no pó diante de Deus e “nesse estado de mente continuaram até a meia-noite, tomados em oração e cântico, choro e súplicas”.

O Senhor Jesus lhes apareceu como Cordeiro… levado ao matadouro; traspassado pelas suas transgressões e moído pelas suas iniqüidades (Is 53:7,5). Na presença divina do seu ensangüentado e expirante Senhor, eles se sentiam inundados na consciência do seu pecado e da graça do Senhor ainda mais abundante. Suas controvérsias e rixas foram silenciadas; suas paixões e orgulho foram crucificados — enquanto fitavam atentamente as agonias do seu “Deus expirante”.

A oração os uniu. A oração trouxe-lhes um novo derramamento do Espírito Santo; agora veremos como estas bênçãos, por sua vez, levavam-nos a uma vida mais profunda de oração:

Depois daquele dia destacado de bênção, o dia 13 de agosto de 1727, em que o Espírito de graça e súplicas havia sido derramado sobre a congregação em Herrnhut, surgiu o pensamento em alguns irmãos e irmãs de que seria bom separar horas determinadas para o propósito de oração, tempos em que todos pudessem ser relembrados do seu grande valor e incitados pelas promessas que acompanham a oração fervorosa a derramar os seus corações diante do Senhor.

Além disso, consideraram importante que, assim como nos dias da Velha Aliança nunca se permitiu que o fogo sagrado se apagasse no altar (Lv 6:12, 13), da mesma forma numa congregação que é o templo do Deus vivo, na qual Ele tem Seu altar e Seu fogo, a intercessão dos Seus santos deverá subir incessantemente a Ele como um incenso santo (1 Co 3:16; 1 Ts 5:17; Sl 141:2; Lc 18:7; Ap 8:3,4).

No dia 26 de agosto, vinte e quatro irmãos e o mesmo número de irmãs se reuniram e fizeram entre si uma aliança de continuar em oração a partir da meia-noite até na outra meia-noite, para isto repartindo as vinte e quatro horas do dia por sorte entre eles.

No dia 27 de agosto, este novo regulamento entrou em vigor. Outros foram acrescentados a esse número de intercessores, passando a contar com 77 pessoas, e até mesmo as crianças iniciaram um plano semelhante a esse entre elas. Os intercessores tinham uma reunião semanal na qual se lhes fazia uma lista daquelas coisas que deveriam considerar como assuntos especiais para a oração e para levar constantemente diante do Senhor.

As crianças todas sentiam um impulso sobremodo forte para a oração, e era impossível ouvir suas súplicas infantis sem ser profundamente comovido e tocado: Uma testemunha ocular diz:

Não posso explicar a causa do grande despertamento das crianças em Herrnhut de outra maneira que não seja um maravilhoso derramamento do Espírito de Deus sobre a congregação reunida naquela ocasião. O sopro do Espírito atingia naquele tempo, jovens e velhos igualmente”.

domingo, 25 de novembro de 2012

avivamento


Aula Pr. José Rodrigues.

Até onde você chegou com relação ao propósito de Deus em sua vida?

Gn 4:1-7

Temos a liberdade de escolher se vamos seguir a vontade de Deus ou não.

Como está a nossa condição diante de Deus?

O que ainda estamos fazendo que não é por amor?

O que é um avivamento?

Avivamento é o ultimo estágio da operação da cruz em nós.

Hoje, vamos tentar compreender o que é avivamento.

É o momento em que experimentamos algo inédito. Tudo que fizermos, falarmos terá apenas uma marca – serão feitos com amor – Para a glória de Deus Pai. 1Co 16:14  Todas as vossas obras sejam feitas em amor.

Hab 3 Uma oração que apresenta a linguagem do avivamento.

Hab 3:1-19  Oração do profeta Habacuque, à moda de sigionote.  (2)  Eu ouvi, Senhor, a tua fama, e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos; faze que ela seja conhecida no meio dos anos; na ira lembra-te da misericórdia.  (3)  Deus veio de Temã, e do monte Parã o Santo. [Selá]. A sua glória cobriu os céus, e a terra encheu-se do seu louvor.  (4)  E o seu resplendor é como a luz, da sua mão saem raios brilhantes, e ali está o esconderijo da sua força.  (5)  Adiante dele vai a peste, e por detrás a praga ardente.  (6)  Pára, e mede a terra; olha, e sacode as nações; e os montes perpétuos se espalham, os outeiros eternos se abatem; assim é o seu andar desde a eternidade.  (7)  Vejo as tendas de Cusã em aflição; tremem as cortinas da terra de Midiã.  (8)  Acaso é contra os rios que o Senhor está irado? E contra os ribeiros a tua ira, ou contra o mar o teu furor, visto que andas montado nos teus cavalos, nos teus carros de vitória?  (9)  Descoberto de todo está o teu arco; a tua aljava está cheia de flechas. (Selá) Tu fendes a terra com rios.  (10)  Os montes te vêem, e se contorcem; inundação das águas passa; o abismo faz ouvir a sua voz, e levanta bem alto as suas maos.  (11)  O sol e a lua param nas suas moradas, ante o lampejo das tuas flechas volantes, e ao brilho intenso da tua lança fulgurante.  (12)  com indignação marchas pela terra, com ira trilhas as nações.  (13)  Tu sais para o socorro do teu povo, para salvamento dos teus ungidos. Tu despedaças a cabeça da casa do ímpio, descobrindo-lhe de todo os fundamentos. (selá)  (14)  Traspassas a cabeça dos seus guerreiros com as suas próprias lanças; eles me acometem como turbilhão para me espalharem; alegram-se, como se estivessem para devorar o pobre em segredo.  (15)  Tu com os teus cavalos marchas pelo mar, pelo montão de grandes águas.  (16)  Ouvindo-o eu, o meu ventre se comove, ao seu ruído tremem os meus lábios; entra a podridão nos meus ossos, vacilam os meus passos; em silêncio, pois, aguardarei o dia da angústia que há de vir sobre o povo  (17)  Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides; ainda que falhe o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que o rebanho seja exterminado da malhada e nos currais não haja gado.  (18)  todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação.  (19)  O Senhor Deus é minha força, ele fará os meus pés como os da corça, e me fará andar sobre os meus lugares altos. (Ao regente de música. Para instrumentos de cordas.)

 

 

Em todos os avivamentos, para que fosse estabelecidos, primeiramente um pequeno grupo começava a orar, muitas vezes 24hs de oração.

O avivamento dos morávios – (John Wesley – conversão). John Wesley participou do maior avivamento já visto no século XIII.

É a oração que traz o avivamento.

Mar 10:42-43  Então Jesus chamou-os para junto de si e lhes disse: Sabeis que os que são reconhecidos como governadores dos gentios, deles se assenhoreiam, e que sobre eles os seus grandes exercem autoridade.  (43)  Mas entre vós não será assim; antes, qualquer que entre vós quiser tornar-se grande, será esse o que vos sirva;

 

Avivamento das Novas Hébridas. Iniciou com um rapaz de 17 que apenas orava. Em um avivamento verdadeiro, não tem quem manda, mas tem quem obedece. Ninguém está interessado em mandar, em exercer domínio, mas grande disposição em servir. Mar 10:44-45  e qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, será servo de todos.  (45)  Pois também o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.

 

Em um avivamento cada um quer servir o outro. Quem vai para a cruz vai dar a vida – em resgate de muitos.

O avivamento vem mas começa com poucos.

Você quer um avivamento para a sua vida?

Ele não vem, pois está faltando oração, está faltando gemido. Você toma a sua responsabilidade de orar, gemer, chorar, ter dores de parto para que  “Cristo seja formado em vós”. Gal 4:19  Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós;

Cruz fala de obediência. Toalha fala de serviço.

Joh 13:3-4  Jesus, sabendo que o Pai lhe entregara tudo nas mãos, e que viera de Deus e para Deus voltava,  (4)  levantou-se da ceia, tirou o manto e, tomando uma toalha, cingiu-se.

 

Psa 24:3-5  Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo?  (4)  Aquele que é limpo de mãos e puro de coração; que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente.  (5)  Este receberá do Senhor uma bênção, e a justiça do Deus da sua salvação.

 

Não basta subir. Quem vai permanecer?

·         Limpo de mãos

·         Puro de coração

 

2Ch 29:10-11  Agora tenho no coração o propósito de fazer um pacto com o Senhor, Deus de Israel, para que se desvie de nós o ardor da sua ira.  (11)  Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele a fim de o servir, e para serdes seus ministros e queimardes incenso.

 

O avivamento de Ezequias – um compromisso de oração, de santificação. Aliança inquebrável. Pois Deus sempre permanece naquilo que Ele falou.

 

Isa 64:1-5  Oh! se fendesses os céus, e descesses, e os montes tremessem à tua presença,  (2)  como quando o fogo pega em acendalhas, e o fogo faz ferver a água, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, de sorte que à tua presença tremam as nações!  (3)  Quando fazias coisas terríveis, que não esperávamos, descias, e os montes tremiam à tua presença.  (4)  Porque desde a antigüidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que opera a favor daquele que por ele espera.  (5)  Tu sais ao encontro daquele que, com alegria, pratica a justiça, daqueles que se lembram de ti nos teus caminhos. Eis que te iraste, porque pecamos; há muito tempo temos estado em pecados; acaso seremos salvos?

 

Essa oração é a linguagem do avivamento – um clamor profundo.

 

Psa 18:6-16,20,23  Na minha angústia invoquei o Senhor, sim, clamei ao meu Deus; do seu templo ouviu ele a minha voz; o clamor que eu lhe fiz chegou aos seus ouvidos.  (7)  Então a terra se abalou e tremeu, e os fundamentos dos montes também se moveram e se abalaram, porquanto ele se indignou.  (8)  Das suas narinas subiu fumaça, e da sua boca saiu fogo devorador; dele saíram brasas ardentes.  (9)  Ele abaixou os céus e desceu; trevas espessas havia debaixo de seus pés.  (10)  Montou num querubim, e voou; sim, voou sobre as asas do vento.  (11)  Fez das trevas o seu retiro secreto; o pavilhão que o cercava era a escuridão das águas e as espessas nuvens do céu.  (12)  Do resplendor da sua presença saíram, pelas suas espessas nuvens, saraiva e brasas de fogo.  (13)  O Senhor trovejou a sua voz; e havia saraiva e brasas de fogo.  (14)  Despediu as suas setas, e os espalhou; multiplicou raios, e os perturbou.  (15)  Então foram vistos os leitos das águas, e foram descobertos os fundamentos do mundo, à tua repreensão, Senhor, ao sopro do vento das tuas narinas.  (16)  Do alto estendeu o braço e me tomou; tirou-me das muitas águas.  (20)  Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça, retribuiu-me conforme a pureza das minhas mãos.  (23)  Também fui irrepreensível diante dele, e me guardei da iniqüidade.

 

 

Veja a resposta da oração, veja o caráter transformado.

 

Isa 62:6-7  e Jerusalém, sobre os teus muros pus atalaias, que não se calarão nem de dia, nem de noite; ó vós, os que fazeis lembrar ao Senhor, não descanseis,  (7)  e não lhe deis a ele descanso até que estabeleça Jerusalém e a ponha por objeto de louvor na terra.

 

Quem é esse pequeno grupo que vai responder a Deus para clamar sem descanso – até que Ele faça.

Mat 9:35-36  E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino, e curando toda sorte de doenças e enfermidades.  (36)  Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque andavam desgarradas e errantes, como ovelhas que não têm pastor.

 

Quem receberá e orará esse peso do SENHOR, pelos perdidos, um peso de oração por aqueles que não têm Jesus?

Em um avivamento há uma consciência muito viva acerca da realidade das pessoas que vão para o inferno.

Se você não tiver uma visão do que é o inferno não poderá ajudar as pessoas a irem para o céu.

Em um avivamento, sobretudo há uma profunda e ampla revelação de Jesus na cruz, e de Cristo em nós.

Com essa revelação poderemos passar horas e horas perante Deus. Fica fácil orar, amar as pessoas. Tem um nível superior que precisamos alcançar.

Se orarmos assim, as pessoas virão convencidas de seus pecados confessando.

Nenhum lugar será grande demais para receber as pessoas em convicção de pecado.

Heb 5:7  O qual nos dias da sua carne, tendo oferecido, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que podia livrar da morte, e tendo sido ouvido por causa da sua reverência,

 

Fp 3:7-8  Mas o que para mim era lucro passei a considerá-lo como perda por amor de Cristo;  (8)  sim, na verdade, tenho também como perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo,

Fp 1:21  Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Jonas - Transformados à imagem de Cristo


O livro de Jonas começa com uma falha deste grande servo de Deus.

Jn 1:3  Jonas, porém, levantou-se para fugir da presença do Senhor para Társis. E, descendo a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem, e desceu para dentro dele, para ir com eles para Társis, da presença do Senhor.

Já sabemos que Jonas é um tipo do Senhor. Mas, ele não é apenas um tipo do Senhor, ele também é um tipo da vida cristã.

Jonas, assim como Davi e José foram um tipo do Senhor. Mas, como eles se tornaram um tipo do Senhor?

A vida deles foi baseada na vida de Jesus. O tratamento de Deus na vida deles foi de modo tal que eles foram transformados à imagem de Cristo.  José foi vendido pelos irmãos, mas depois ele os supre e alimenta. Nós crucificamos a Cristo Jesus. Ele hoje distribui a sua vida a todos nós. Ele é realmente o Senhor da vida!

Não é apenas descobrir que eles foram um tipo de Cristo, mas também como Deus atuou na vida deles de modo que em seus muitos aspectos nos lembra a vida de Cristo.

Nós também podemos ser trabalhados por Deus, e sermos transformados à imagem de Cristo. Por essa razão quando estudamos este tipo de Cristo, descobrimos também o tipo da vida cristã, uma vida transformada à imagem de Jesus.

Davi é um tipo de Cristo, mas na sua queda não é um tipo de Cristo, mas pode ser um tipo da vida cristã, pois temos a mesma natureza que Davi, ele caiu e nós também caímos, mas descobrimos na vida dele e nos salmos como somos recuperados.

Você verá como Deus opera enquanto passamos por essa vida. É o Espírito de Deus que está sempre nos transformando à imagem de Jesus. Temos nossas falhas, fraquezas, lágrimas, mas graças a Deus, de alguma maneira os outros verão a glória e a beleza de Cristo em nós. Mesmo sendo rebeldes, Deus ainda trabalha em nós.

Todos somos Jonas, de alguma maneira somos tolos como ele e vamos passar pelas mesmas experiências. Como Jonas fugiu da presença do Senhor, devemos nos lembrar de nossas próprias falhas. Esse é exatamente o tipo da nossa pessoa, e através da obra de Deus, seremos transformados à imagem de Cristo.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

sábado, 10 de novembro de 2012

Fidelidade





Nessa sexta-feira, fui com o meu sogro a uma reunião de homens.
Um irmão trouxe uma Palavra muito edificante sobre fidelidade.
então segue abaixo um resumo da Palavra que o Senhor nos trouxe através do seu vaso.

Que Deus te abençoe!





De acordo com o dicionário podemos ver que:

Fidelidade é a qualidade do fiel

Fiel é definido como:

1. Digno de fé,

2. Que guarda fidelidade. = LEAL

3. Constante.

4. Verídico, exacto.

5. Seguro.

6. honrado.

7. Que não falha.

 

Primeiramente precisamos ver que Jesus é a expressão máxima de fidelidade.

João 17:12  Enquanto eu estava com eles, eu os guardava no teu nome que me deste; e os conservei, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura... (24)  Pai, desejo que onde eu estou, estejam comigo também aqueles que me tens dado, para verem a minha glória, a qual me deste; pois que me amaste antes da fundação do mundo.  (25)  Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheço; conheceram que tu me enviaste;  (26)  e eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer ainda; para que haja neles aquele amor com que me amaste, e também eu neles esteja.

Aqui podemos ver que o amor e a fidelidade caminham juntos.

Vemos a fidelidade entre o Pai e o filho

A fidelidade do Senhor para conosco.

Diante disso precisamos nos perguntar: “Qual a nossa resposta à fidelidade do Senhor?”

 

Sabemos que o Senhor nos entregou talentos.

O que o Senhor te confiou?

Então qual é a nossa fidelidade diante do Senhor com o encargo (responsabilidade) que Ele nos deu?

 

Agora sim podemos refletir sobre como é a nossa fidelidade na vida conjugal.

Não é apenas a fidelidade na vida intima do casal, mas em todas as áreas.

Diante da realidade que a minha esposa é a companheira que o Senhor me deu!

A fidelidade no cuidado, no serviço comum do lar, no cuidado com os filhos, no sacerdócio, no governo do lar, por fim, fidelidade a tudo que Deus nos confiou no casamento.

Precisamos ser fiéis naquilo que nos agrada, e naquilo que nos desagrada, nos momentos alegres e tristes.

A fidelidade a nossos filhos também precisa ser sondada pelo Senhor.

Muitos homens se enganam pensando que a sua responsabilidade se resume no papel de provedor do lar. Então acham que ao encher as suas casas de bens, cumpriram bem o seu papel.

Deixe me te dizer:

Deus não vai requerer de nós bens. Mas sim como cuidamos, ministramos, e como o nosso testemunho de vida falou a nossos filhos.

Nossos filhos são herança do Senhor! Somos mordomos da Herança de Deus, e vamos ter de prestar contas de como cuidamos deles.

Você está criando filhos  ou apenas herdeiros?

A herança é boa, mas não pode ocupar o lugar da fidelidade com a esposa e filhos.

Por isso precisamos ver a fidelidade do Senhor Jesus, e a fidelidade dEle precisa nos constranger. Não podemos ser indiferentes à fidelidade dEle, à Sua graça e amor.

Não se trata de troca, barganha.

É uma resposta nossa ao Senhor.

Precisamos ser uma resposta do Senhor onde estivermos. Uma expressão dEle e isso inclui a fidelidade dEle nas nossas famílias. Ele foi fiel até a morte e morte de Cruz!

Precisamos ser fieis não apenas no lar, mas também no trabalho, onde quer que estivermos.

Col 3:23  E tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como ao Senhor, e não aos homens.

Nabal - O marido tolo









A vida de Nabal foi encurtada por não ouvir a sua esposa Abigail. O nome Nabal significa tolo. Mostra um casal composto por uma mulher sábia e o marido tolo, por não dar ouvidos à sua mulher.


Nabal é apresentado como um homem que tem tudo, menos sabedoria.

Era rico. Suas posses estavam no monte Carmelo, que significa campo frutífero. É um lugar de provisão para quem caminha no deserto. Sua esposa é Abigail. O significado do seu nome é: Meu pai é alegria (a idéia é fonte de alegria). Ela é declarada como mulher sensata e formosa (v.3). Apesar de ter tudo isso, Nabal era tolo. “o homem porém, era duro, e maligno nas suas ações

1Sm 25:21 “ Ora, Davi tinha dito: Na verdade que em vão tenho guardado tudo quanto este tem no deserto, de sorte que nada lhe faltou de tudo quanto lhe pertencia; e ele me pagou mal por bem”.

Davi após a morte de Samuel vindo pelo deserto, estando próximo ao Carmelo gentilmente serviu de proteção aos pastores de Nabal durante todo o tempo que esteve na redondeza, então pediu educadamente a Nabal, por provisão. Nabal negou ajuda e destratou os servos de Davi. Em resposta Davi se preparou para atacar Nabal. O verso 17 deixa bem claro o caráter obstinado de Nabal – o tolo é alguém que não ouve ninguém.

Abigail foi avisada da tolice de seu marido. E prontamente foi ao encontro de Davi com generosidade.

Abigail se humilhou diante de Davi, tomou sobre si a iniquidade de seu marido. O restante do texto é tão claro que dispensa comentários. Confira a colheita diante de Deus de Nabal por sua tolice e a de Abigail por sua sabedoria.

1Sa 25:32-39  Ao que Davi disse a Abigail: Bendito seja o Senhor Deus de Israel, que hoje te enviou ao meu encontro!  (33)  E bendito seja o teu conselho, e bendita sejas tu, que hoje me impediste de derramar sangue, e de vingar-me pela minha própria mão!  (34)  Pois, na verdade, vive o Senhor Deus de Israel que me impediu de te fazer mal, que se tu não te apressaras e não me vieras ao encontro, não teria ficado a Nabal até a luz da manhã nem mesmo um menino.  (35)  Então Davi aceitou da mão dela o que lhe tinha trazido, e lhe disse: Sobe em paz à tua casa; vê que dei ouvidos à tua voz, e aceitei a tua face.  (36)  Ora, quando Abigail voltou para Nabal, eis que ele fazia em sua casa um banquete, como banquete de rei; e o coração de Nabal estava alegre, pois ele estava muito embriagado; pelo que ela não lhe deu a entender nada daquilo, nem pouco nem muito, até a luz da manhã.  (37)  Sucedeu, pois, que, pela manhã, estando Nabal já livre do vinho, sua mulher lhe contou essas coisas; de modo que o seu coração desfaleceu, e ele ficou como uma pedra.  (38)  Passados uns dez dias, o Senhor feriu a Nabal, e ele morreu.  (39)  Quando Davi ouviu que Nabal morrera, disse: Bendito seja o Senhor, que me vingou da afronta que recebi de Nabal, e deteve do mal a seu servo, fazendo cair a maldade de Nabal sobre a sua cabeça. Depois mandou Davi falar a Abigail, para tomá-la por mulher.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Isaque - O marido que ora por sua esposa


 


 “ e Isaque tinha quarenta anos quando tomou por mulher a Rebeca, filha de Betuel, arameu de Padã-Arã, e irmã de Labão, arameu.  (21)  Ora, Isaque orou insistentemente ao Senhor por sua mulher, porquanto ela era estéril; e o Senhor ouviu as suas orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu”. Gn 25:20-21
 
 

A história do casamento de Isaque com certeza é um dos textos que melhor exemplifica o casamento (Gn 24).

Aqui então encontramos Isaque casado. Com um sério problema. Sua esposa era estéril.

O que você faz quando percebe a esterilidade da sua esposa. Qual a sua reação diante das limitações dela. Temos os nossos sonhos e os nossos projetos. Casar é a garantia do cumprimento de tantos sonhos que sozinhos não podíamos alcançar. Mas, ficamos frustrados. Nossos sonhos estão impedidos. Por causa da esterilidade, as limitações da nossa esposa. A maioria de nós reage acusando. Cobrando, exigindo, culpando, condenando...

Isaque orou. Acusação, condenação, cobrança, não geram fertilidade. Não transforma ninguém, não edifica,  não gera vida. Ao contrário. Arruína, gera morte.

Você pode responder, mas eu já orei.

Isaque não apenas orou. Ele orou insistentemente, ele continuou orando até que o Senhor respondeu. A nossa murmuração rouba a intensidade da nossa oração. O nosso problema é que murmuramos e cobramos com a força de quem crê que é o nosso falar que de fato tem poder para mudar alguma coisa. Mas, oramos mecanicamente, como alguém que está cumprindo uma obrigação.

Não deixe que a murmuração roube o poder de sua oração. Você não pode mudar a sua esposa. Ela não pode se mudar. Só Deus pode muda-la. Ore e você verá Deus fazer aquilo você nunca poderá fazer. Ore e você Deus gerar vida onde sua esposa era estéril.

Deus te abençoe.
 
Nesse domingo estarei ministrando em Brasília na Comunidade Atos dos Apóstolos o culto será às 18hs.

sábado, 3 de novembro de 2012

Jonas


Introdução

Mt 12:39-41  Mas ele lhes respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal; e nenhum sinal se lhe dará, senão o do profeta Jonas;  (40)  pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra.  (41)  Os ninivitas se levantarão no juízo com esta geração, e a condenarão; porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis aqui quem é maior do que Jonas.
 
Jn 1:1-4  Ora veio a palavra do Senhor a Jonas, filho de Amitai, dizendo:  (2)  Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até mim.  (3)  Jonas, porém, levantou-se para fugir da presença do Senhor para Társis. E, descendo a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem, e desceu para dentro dele, para ir com eles para Társis, da presença do Senhor.  (4)  Mas o Senhor lançou sobre o mar um grande vento, e fez-se no mar uma grande tempestade, de modo que o navio estava a ponto de se despedaçar.
 
Jonas é um dos livros mais curtos da Bíblia, e Deus nos deu esse livro para nos ensinar lições preciosas que se aplicam à nossa vida cristã.
Ele é um dos livros proféticos do Antigo Testamento, mas diferente de todos eles, pois ao estudarmos os encontramos que esses livros se ocupam das profecias, mas o livro de Jonas tem uma única profecia com apenas sete palavras “Jn 3:4... Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida.” Ele fala muito sobre o caráter da pessoa de Jonas, por isso é um livro muito importante para cada um de nós.
Como servos de Deus queremos ser usados para pregar, profetizar, muitas vezes preocupados com o nosso conhecimento, habilidade, dons, mas o livro de Jonas enfatiza mais o caráter do servo de Deus. Nele vamos aprender sobre o caráter da pessoa que vai ser usada por Deus.
“A Igreja de Jesus está buscando melhores métodos, mas Deus está procurando melhores homens. O método de Deus é o homem”. E.M. Bounds
Creio que esse livro é muito importante, pois nos mostra o segredo de como Deus usa um vaso através do qual a Palavra será pregada.
Podemos dividir o livro de Jonas em duas partes:


Primeira parte: Jonas fugindo da missão
Capítulos 1-2
Segunda parte: Jonas cumprindo a missão
Capítulos: 3-4


Em cada capítulo vemos o trabalhar de Deus da seguinte forma:


1º.    No capítulo um vemos a paciência de Deus quando Jonas protestou.
2º.    No capítulo dois vemos o perdão de Deus quando Jonas orou
3º.    No capítulo três vemos o poder de Deus quando Jonas pregou
4º.    No capítulo quatro vemos a compaixão de Deus quando Jonas resmungou


Jonas também apresenta uma bela tipologia de Cristo. O Senhor disse: “Eis que um homem maior que Jonas está aqui”. Jonas é um tipo de Cristo com referencia à morte e ressurreição do Senhor Jesus, pois assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do peixe, Cristo esteve três dias no ventre da terra. Essa é uma mensagem muito importante.

Chave de interpretação do livro de Jonas

Muitos estudiosos têm sugerido diferentes formas de interpretar o livro de Jonas, em um esforço para torná-lo “fácil de engolir”.

Alguns acham que o livro deveria ser interpretado mitologicamente – Como Moby Dick, uma estória interessante, mas apenas ficção.

Outros acham que o livro deveria ser interpretado alegoricamente – uma forma de parábola – onde Jonas representa os Judeus, o mar todas as nações da terra, o grande peixe a Babilônia, que engoliria o povo judeu no cativeiro e depois os devolveria para a sua terra.

Nós cremos que o livro de Jonas deve ser interpretado historicamente. Pois Jonas é mencionado no Antigo Testamento.

2Rs 14:25  Foi ele que restabeleceu os termos de Israel, desde a entrada de Hamate até o mar da Arabá, conforme a palavra que o Senhor, Deus de Israel, falara por intermédio de seu servo Jonas filho do profeta Amitai, de Gate-Hefer.

 

Jonas também é citado no Novo Testamento.

 

Mt 12:39  Mas ele lhes respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal; e nenhum sinal se lhe dará, senão o do profeta Jonas;

Mt 16:4  Uma geração má e adúltera pede um sinal, e nenhum sinal lhe será dado, senão o de Jonas. E, deixando-os, retirou-se.

Lc 11:32  Os homens de Nínive se levantarão no juízo com esta geração, e a condenarão; porque se arrependeram com a pregação de Jonas; e eis aqui quem é maior do que Jonas.

 

Ao citar Jonas pelo nome, Jesus confirma a autenticidade desse registro do Antigo Testamento.

O diabo parece ter uma determinação especial para minar a autenticidade dos livros de Gênesis, Jonas e Daniel, pois Gênesis fala da encarnação de Cristo. A primeira menção da mensagem do Evangelho está em Gn 3:15. Jonas fala da ressurreição de Cristo. Como vimos o próprio Jesus fala que a história de Jonas é uma figura da sua morte e ressurreição. E Daniel fala da segunda vinda de Cristo. Jesus é visto reinando sobre a terra e destruindo o inimigo Dn 7.

Como é fácil tirarmos conclusões precipitadas e como nosso velho homem é inadequado para estudar a Palavra de Deus, pois corremos o perigo de interpretarmos a Palavra de Deus com nossa mente caída. Por isso para estudar a Palavra de Deus não basta ter métodos, ser muito inteligente e muito bom de raciocínio. Pois não somente os métodos devem ser adequados, mas também a pessoa deve ser adequada. Essa é uma mensagem constante no livro de Jonas.