quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Filiação - A redenção e Regeneração em Cristo


Joã 1:12-14  Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus;  (13)  os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.  (14)  E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai.

Joã 1:18  Ninguém jamais viu a Deus. O Deus unigênito, que está no seio do Pai, esse o deu a conhecer.

Joã 20:17  Disse-lhe Jesus: Deixa de me tocar, porque ainda não subi ao Pai; mas vai a meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.

Graças a Deus pela obra de Cristo Jesus, sua encarnação, morte, ressurreição e ascensão. Hoje podemos ter comunhão com Deus e ser filhos unicamente por causa da obra redentora de Cristo Jesus.

Jesus veio ao mundo para nos redimir, nos resgatando do poder de Satanás e das suas obras, nos comprou de volta e nos restaurou integralmente (moral, física, espiritual, emocional, mental) principalmente a recuperação do propósito e objetivo de vida trazendo o homem para a posição onde Deus receba glória. Jesus também veio nos dar vida eterna, dando-nos o novo nascimento quando começamos a fazer parte da família de Deus, além disso, veio restaurar a nossa comunhão com o Pai. Ele é quem nos revelou o Pai.

Quando nos arrependemos e tomamos a decisão de nos entregarmos a Cristo como nosso Salvador e Senhor, recebemos o perdão dos nossos pecados. Mas não apenas isso, somos regenerados, ou seja, nascemos de novo. Não da vontade do homem, ou da Carne, mas de Deus. Nascemos da água e do Espírito.

João registrou que na crucificação saiu sangue e água do lado de Jesus, quando o seu lado foi cortado. Que isso significa?

O sangue é para a nossa redenção. Sem derramamento de sangue não há remissão de pecados.

E a água é para a nossa regeneração. Para que a vida do Senhor Jesus seja comunicada a nós. Não apenas perdão dos pecados, mas para que a vida de Jesus seja compartilhada conosco. Nós não apreciamos o suficiente essa maravilha que a vida gloriosa do Senhor Jesus foi dada a nós. Ele não nos deu vida simplesmente “Ele é a nossa vida!”

A Obra na cruz é para conduzir muitos filhos à glória. A glória da união com Cristo. Pois Cristo é a glória.

Recebemos a vida de Deus a natureza de Deus, o Espírito de Deus.

Dessa forma Cristo cumpre o seu propósito na obra da redenção:

Heb 2:10  Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e por meio de quem tudo existe, em trazendo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse pelos sofrimentos o autor da salvação deles.

Agora Ele não é mais o unigênito, mas o  primogênito ( o primeiro) de muitos irmãos.

Sim, Ele é o grão de trigo que veio para cair na terra (encarnação) e morrer (crucificação), pois se o grão de Trigo não morrer não virá a espiga com muitos grãos. Ele veio como o filho unigênito e morreu, e agora trouxe muitos filhos à glória para ser o primogênito.

As primeiras palavras de Jesus após a sua ressurreição estão registradas em João 20:17 Essa primeira declaração após a ressurreição fala de uma maneira sintética o resumo do resultado da obra de morte e ressurreição dele.

Durante o seu ministério Jesus chamou os seus de discípulos, de servos e de amigos. Mas o Senhor nunca havia chamado Seus discípulos de irmãos. Depois da consumação da Sua obra na cruz Ele pode agora compartilhar com os Seus a Sua própria vida e natureza. Essa é a primeira palavra tão significativa que sai da boca do Senhor: “...vai a meus irmãos e dize-lhes...

E em sequência Ele continua a linha de revelação: “subo para o meu Pai e vosso Pai”. Ele diz sobre a Sua condição eterna, pois Jesus é revelado como o filho unigênito (único), exclusivo de Deus Pai, o filho gerado de Deus, não criado por Deus, antes de todas as coisas, desde a eternidade passada, antes da fundação do mundo, antes do tempo. O eterno filho do eterno Pai. Mas logo depois acrescenta o fato de que esse Pai é agora o Pai dos discípulos. Os judeus nunca consideraram chamar a Deus de Pai. Uma relação que jamais poderiam imaginar. O Filho Unigênito aqui se tornou o primogênito entre muitos irmãos. Essa é a linha da filiação.

Nenhum comentário:

Postar um comentário